Novas tecnologias afetam comportamento do mercado

A divisão entre seguradores sobre temas como insurtechs e investimentos digitais continua a crescer. É o que aponta o relatório 2018 Outlook, da Valen Analytics.
Em sua quinta edição, o relatório aborda a profunda divisão entre companhias de seguros que adotam tecnologias como incremento de suas operações e aquelas que acreditam que é hora de uma disrupção no ecossistema do mercado de seguros.
A Valen Analytics fornece dados sobre propriedades, analytics e modelos preditivos para seguros de property e casualty. A questão principal desse relatório é a identificação dessa divisão na adoção de inovações e como ela está criando uma nova moldura para o caminho que seguradores e resseguradores definirão em suas performances e métricas de sucesso, especialmente nessa carteira de seguros.
Seguradores agora têm um acesso sem precedentes à informação e à importância de conhecer a qualidade do risco, os indicadores avançados de rentabilidade e outros dados para assim ter certeza de que eles estão ganhando a melhor fatia do mercado.
O mercado está se movendo para um novo ecossistema de seguros, no qual incorpora decisões baseadas em dados e iniciativas de engajamento do cliente para sair das abordagens tradicionais, diz o estudo.

Momento decisivo

“Há dois anos, nós identificamos um momento decisivo para o mercado de seguros e destacamos a inovação como algo que precisava ser abraçado totalmente”, afirma Dax Craig, CEO e presidente da Valen Analytics. “Hoje, nós vemos essa tendência criando uma divisão clara entre executivos que estão procurando criar melhoras e aqueles que acreditam que uma mudança profunda é necessária”, completa.
O Outlook Report 2018 também aponta que atuários e subscritores estão cada vez mais, por diferentes fatores, em desacordo com os preços e que as companhias de resseguro são as que lideram o avanço com as insurtechs.
Aparentemente, 79% dos operadores primários de resseguros acreditam que novas funcionalidades e recursos farão com que seus times sejam mais eficientes e efetivos no longo prazo, enquanto 55% dos funcionários da linha de frente se mostram resistentes quando as novas tecnologias são lançadas.

Fonte: revistaapolice

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